terça-feira, 10 de julho de 2012

Povo tem de dar uns valentes coices

               
Não se coibiram, e muito bem, de afirmar que estas medidas são profundamente injustas e não são próprias de uma democracia séria. As pessoas têm mesmo de vir para a rua lutar pela sua dignidade, contra estes políticos sem ética, sem sensibilidade social nem sentido de justiça e só preocupam em defender os poderosos. O povo português é mais que um povo sereno; e tem de começar a dar uns valentes coices...
E tragam um burro para a rua para dar uns valentes coices ao Governo.
Nuno Costa, em 10/07/2012

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vamos todos acordar de vez...

           
Por muito que não esteja de acordo, sempre ignorou as lutas dos restantes trabalhadores, sentindo-se sempre num patamar mais alto e crente de que em caso de crise esta não o afectaria, porque era do Estado...
Tem de haver união, porque num lar pode haver várias classes de trabalhadores, sendo uns mais beneficiados em relação a outros e pela lei da vida todos têm direito a uma vida digna.
Esta tempestade social que se abateu sobre Portugal, por culpa de uns a tapar os erros de outros, sem justiça que os julgue, julgando apenas os mais fracos que pedem pão para os seus, tem de acabar. Todos unidos sairemos dela e julgaremos aqueles que se escondem nas cadeiras do Poder e não abdicam dos seus proventos. O país não poupava mais uns largos milhões? Vamos acordar de vez...
Nuno Costa, em 09/07/2012

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Os indignados são a semente da mudança

                  
As democracias representativas, salvo raras excepções, já não representam nada. Somente os interesses dos próprios eleitos e das classes elitistas de onde provêm.
Todos os cidadãos têm o direito de participar de uma forma ou de outra nos seus destinos.
Os jovens desenrascados e indignados, são a semente para a mudança, espero que dê frutos muito em breve. Há muito que um capitalismo desmedido tomou o freio nos dentes, deixando um rasto de destruição económica e social sem precedentes, com um desemprego galopante, a miséria e a fome a tomar conta de milhões de pessoas.
Por cá, com toda a direita no poder, pautada na defesa intransigente dos maiores grupos económicos que a domina e da qual fazem parte integrante e sempre renegaram as conquistas populares. Aproveitando esta crise que dizem global para fugirem às suas responsabilidades e com a cobertura dos especuladores estrangeiros a quem entregaram a nossa soberania. Com tamanhas medidas deste Governo, só me resta a comiseração pelo assalariado e seus afins, por terem de prestar mais meia hora por dia para os respectivos patrões!
Nuno Costa, em 06/07/2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

A vaidade dos políticos

                
Os nossos políticos colocam uma gravata nova e aproveitarem para falar da crise em que nos colocaram ao longo dos anos. Mas os senhores da troika se estivessem cá a assistir às comemorações iam ficar confusos, ao ver tanta opulência e carros de topo de gama. Quando chega a hora do discurso, lá vem o disco e o mais curioso é que todos estes senhores que falam na tão propalada desgraça ganham seguramente mais de 2000 euros mensais! Passeiam de sapatos de couro genuíno, numa passadeira vermelha, ao som da banda militar, enquanto milhares de famílias vivem no desespero e no limiar da sobrevivência. Se os feriados servem para passear os fatos de seda e não trazem nada de benéfico para o povo, então sugiro que poupem esse dinheiro e mostrem ao povo que também estão a fazer sacrifícios. Não me lembro de ver um político preso pela má gestão do dinheiro públicos e, no final dos mandatos, fecham a porta com milhares de dívidas e auferem milhares de euros pela incompetência demonstrada.
Nuno Costa, em 05/07/2012

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Será que vivemos em democracia?

                
Que triste democracia é apresentada por este orçamento. Haverá uma só resposta: silêncio! A culpa é deste Governo, tudo isto é confuso mas real, triste democracia que não cria alternativas. Vamos todos gritar contra a injustiça, mas os governantes só ouvem ventos frios com elogios vindos de uma Europa em crise. Que futuro terá um país em que um copo de vinho paga menos imposto do que uma sopa? E aqueles que vêem o seu vencimento diminuir e aumentarem os seus impostos? Será que vivemos em democracia?
Uma nova pobreza ameaçamos, o silêncio será o maior grito contra esta sociedade de políticos que não assumem os seus erros, em que muitos portugueses, como eu, não conseguem acreditar nesta Europa, apática a uma crise que se adivinhava.
Nuno Costa, em 04/07/2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Puseram o dinheiro em paraísos fiscais

               
Começa a ser a sina de quem é trabalhador por conta de outrem. E do Estado, muito pior! Os funcionários públicos estão rotulados como se fossem meliantes, culpados pelo estado financeiro do país.
O país está cheio de gatunos que roubaram durante décadas, descaradamente, sem barreiras, ligados aos poderes. Puseram os seus dinheiros em paraísos fiscais, porque a política económica permitia... Permitia, mas era para roubar o dinheiro dos Portugueses e aumentar mais impostos, para o povo ficar cada vez mais pobres, mal podem comer.
Nuno Costa, em 03/07/2012

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Quase mil milhões passam fome...

                  
Todos nós sabemos que vamos ser penalizados com mais medidas de austeridade impostas pelo Governo. Todos nós sabemos que há já alguns anos que Portugal tem um défice comercial e nunca houve nenhum político com coragem para nos transmitir o estado em que o país se encontra. Todos nós sabemos que temos o direito de manifestar a nossa indignação. Todos nós sabemos que agora não há alternativa. Mas, todos nós devemos saber que no Mundo quase mil milhões de pessoas passam fome. Tantas quantas as que habitam na América do Norte e na Europa. Todos nós deviamos saber que nos países do chamado Corno de África a fome afecta 13 milhões de pessoas e quese 750 mil correm o risco de vida.
Todos nós temos o direito de viver com esperança e que a vitória se constrói com a paz.
Nuno Costa, em 02/07/2012