quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

A Têxtil não têm como contratar os engenheiros

               
Os empresários do setor da têxtil não têm como contratar os engenheiros. As três industriais têm a seu cargo empresas de grande dimensão.
Responderam os donos da Riopele de Famalicão, os donos da Petratex de Paços de Ferreira e os donos da Somelos de Guimarães. Todos queixaram-se o mesmo: não há engenheiros têxteis.
O problema da falta de engenheiros é consequência da baixa procura do curso. O curso de Engenharia Têxtil é ministrada em horário normal e a pós-laboral há várias décadas, têm sido um dos principais motores do arranque da universidade.
A consequência da má imagem, o curso de regime a pós-laboral não foi escolhido por ninguém. A vertente normal da licenciatura, teve como oferte de 10 vagas completas. No dia de estreia, entraram apenas 4 alunos e só um escolheu a têxtil para primeira opção.
A falta de engenheiros têxteis e do curso, no Minho, tem menos vagas das 1.049 licenciaturas em todo o País.
A má imagem da têxtil que afastou os alunos, passou pelo o aumento do número de vagas.
Nuno Costa, Lamego 

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